Um blog sobre cosméticos

Natura Musical amplia incentivo cultural em todo país!

SÃO PAULO – A empresa de cosméticos Natura reuniu a imprensa nacional na noite de anteontem para anunciar as novidades para este ano que envolvem seu programa Natura Musical. E são muitas as novidades, que certamente interessam a profissionais que possuem projetos na área musical em todo o País.

O encontro contou com a presença e performances de artistas contemplados na última edição do Natura Musical, entre os eles os cantores Milton Nascimento, Tom Zé, Otto, Tulipa Ruiz e Renegado.

Lançado há sete anos, o programa teve inscritos em 2011 1350 projetos de todo o País, além de 350 inscritos em edital exclusivo para Minas Gerais. Dessa seleção saíram, por exemplo, projetos como a turnê de 50 anos de carreira de Milton Nascimento; The Moon 1111, quinto álbum de Otto; os novos discos e turnê de Tulipa Ruiz; o documentário Dominguinhos: volta e meia, de Felipe Briso; e o livro Wilson Baptista: o samba foi sua glória, de Rodrigo Alzuguir, num total de 25 trabalhos.

A principal novidade, a partir deste ano, fica por conta da ampliação dos editais. No âmbito nacional, em vez de um agora serão dois editais, previstos para serem abertos em abril e em agosto. Em cada um será destinado R$ 1,5 milhão em recursos. No âmbito regional, além de Minas, o Natura Musical terá editais exclusivos para a Bahia e o Pará.

Outro aspecto muito positivo é o fato de o programa colocar no mapa nacional artistas já experientes, mas cuja representatividade se limitava a sua própria região.

JC Online

Ciclo 06/2012 – Promoções e Lançamentos | Norte e Nordeste

Acaba de ser divulgado nas redes sociais o ciclo 06/2012. Você confere agora no nosso Portal, todos os detalhes das promoções e lançamentos referentes para região Norte e Nordeste. Boas Vendas!

Agradecimentos: Comunidade Natura Dicas

Natura lançará sua primeira fragrância de Sève no ciclo 06/2012

O ciclo 06/2012 traz a novidade Sève Chuva de Pétalas. Não, não é mais um óleo corporal da linha Sève,  é uma água de colônia para perfumar o corpo inteiro…

Pode se transportar agora àquela imagem de um banho delicioso, com uma sensação de bem estar prolongada por uma perfumação única e marcante que fica no corpo. Pela primeira vez, Sève traz uma novidade em forma de água de colônia, mas que foi estrategicamente lançada como o complemeto perfeito ao Óleo Desodorante Corporal Banho de Pétalas.

Volte então à cena do banho… e ele termina com uma camada do Óleo Sève Banho de Pétalas (lançado no ciclo 03/2012), ganha um enxágue se precisar, e logo depois recebe a perfumação abundante da Água de Colônia Sève Chuva de Pétalas. Ofereça-os em conjunto para celebrar a perfumação prolongada e deliciosa deste banho e o despertar das características mais femininas!

São 100 ml de puro deleite. E querem saber, mais uma ótima opção de presente para o Dia das Mães, não é à toa que é lançado no ciclo 06/2012.

Aproveite. Apaixone-se.

blog consultoria

Assista ao vídeo de Kaiak Urbe

Foi disponibilizado na rede um vídeo sobre Kaiak Urbe, não parece ser o comercial em si, apenas um video documentário sobre o novo lançamento!

Kaiak convida você a entrar em movimento. Ao colocar o corpo em movimento você entra em contato com suas potencialidades, fortalece seu corpo e sua mente e evolui em busca de construir significado para sua vida.

Kaiak. O que move você?

Informações sobre os problemas que a Natura enfrenta!

Crescendo menos e enfrentando uma concorrência muito maior, a Natura procura uma fórmula para voltar aos velhos tempos — sem abandonar o modelo de negócios tão caro a seus fundadores

São Paulo – A Natura começou 2011 cheia de otimismo. Na teleconferência de resultados do primeiro trimestre, o presidente da empresa, Alessandro Carlucci, ostentou com orgulho dados como o aumento de 13% na receita líquida e a simbólica chegada à marca de 1 milhão de consultoras no Brasil.

Para analistas e investidores pendurados ao telefone durante a teleconferência, aquilo tudo era um tanto tedioso: mais uma vez, a Natura crescia aceleradamente. Mais uma vez, a empresa ampliava sua base de revendedoras. Mais uma vez, a companhia ganhava mercado. No entanto, à medida que o ano avançou, a Natura teve de lidar com uma situação inédita desde que abriu o capital, em 2004.

Problemas operacionais, aumento da concorrência e um setor que expandiu menos que o previsto fizeram com que a companhia crescesse apenas 1 dígito nos três trimestres que se seguiram, encerrando o ano com uma expansão de 9% na receita líquida, para 5,6 bilhões de reais.

Na teleconferência realizada no dia 17 de fevereiro para apresentar os números de 2011, Carlucci reconheceu que o desempenho da Natura ficara “abaixo do esperado”. Embora a empresa tenha anunciado um lucro recorde de 831 milhões de reais no ano, as ações da Natura na bolsa subiram menos de 1% no dia seguinte.

O recado era claro: para o mercado, havia algo de estranho naquele resultado. “Crescer quase 10% num ano em que a economia como um todo expandiu apenas 3% seria um baita resultado para qualquer empresa”, diz Daniela Bretthauer, analista da Raymond James. “Entretanto, a Natura acostumou o mercado a taxas muito maiores de crescimento.”

O que aconteceu com a Natura em 2011? Os desafios enfrentados pela empresa começaram já no primeiro trimestre do ano passado, quando teve início a substituição de seus 28 sistemas de venda e gerenciamento de estoques por um único modelo, o SAP. Era para ser uma operação relativamente simples — mas acabou não sendo.

“Foi como se a companhia inteira tivesse sido desligada e ligada novamente, como se faz com um computador”, diz Marcelo Pinheiro, presidente da DirectBiz, consultoria especializada em vendas diretas. “Muita coisa se perde no meio do caminho.” Com 90% dos pedidos das consultoras realizados pela internet, parte significativa deles (não divulgada) acabou não sendo computada pelo novo sistema.

Ao mesmo tempo, produtos que estavam em estoque simplesmente não apareciam na tela do computador, fazendo com que a produção da Natura fosse projetada em cima de dados irreais de demanda. Devido à confusão, o índice de não atendimento (ou seja, caixas que chegam incompletas às revendedoras) bateu em 6%, três vezes maior que o padrão da Natura. A situação só foi normalizada no início deste ano.

Por mais traumática que tenha sido a transição de sistemas, é consenso entre analistas e investidores que se tratava de um ajuste necessário a uma empresa que dobrou de tamanho nos últimos quatro anos — e que passou a estar presente em 100 milhões de lares brasileiros.

O problema é que essa troca, da maneira como foi conduzida, prejudicou sua relação com as consultoras. A constante falta de produtos e a descentralização das promoções para as unidades regionais, nem sempre cientes dos problemas de produção enfrentados pela companhia, fizeram a produtividade das revendedoras cair quase 8%, o menor patamar em cinco anos.

A redução nas vendas fez com que a participação de mercado da Natura no setor de higiene e beleza recuasse pela primeira vez desde 2008, para 23,2%. Na área de perfumaria, a mais lucrativa, a Natura perdeu 3,5 pontos percentuais de mercado, segundo dados da consultoria Kantar Worldpanel.

“Poderíamos ter feito uma transição mais lenta e menos traumática? Sem dúvida. Mas queríamos trazer os resultados dessas mudanças o mais rapidamente possível”, diz José Vicente Marino, vice-presidente de negócios da Natura. Em 2011, as ações da Natura desvalorizaram 23%, ao passo que o Icon, índice que mede o desempenho das empresas de consumo no Brasil, recuou apenas 0,2%.

Para colocar a operação de volta nos eixos, a Natura decidiu gastar. Somados aos 350 milhões de reais investidos no ano passado, estão previstos outros 420 milhões de reais para 2012, o maior valor já injetado pela companhia em projetos de expansão e infraestrutura de sua história.

Além de construir novos centros de distribuição, a ideia é que, até o fim do ano, 70% de todas as entregas sejam feitas em um prazo de 48 horas, o dobro da taxa atual. Está em estudo um projeto para que a própria Natura se encarregue da entrega dos itens diretamente ao consumidor, eliminando a intermediação da consultora.

Segundo EXAME apurou, um piloto desse projeto, batizado de Biosfera, deve começar a ser testado ainda neste ano. (Oficialmente, a Natura nega o piloto.) Enquanto isso não acontece, a Natura tenta como pode aumentar a produtividade de suas consultoras.

As revendedoras seniores, que administram centenas de outras consultoras, passarão a ser remuneradas também pelo faturamento de sua base, e não somente pela quantidade de pedidos.

A Natura só não perdeu mais espaço porque sua maior rival, a americana Avon, teve no Brasil seu annus horribilis em 2011. Em meados de 2010, a empresa inaugurou um centro de distribuição na cidade de Cabreúva, no interior de São Paulo, para dar maior agilidade à entrega de seus produtos.

No entanto, a troca de sistemas para a inclusão do novo centro, o maior da Avon no mundo, foi ainda mais caótica do que a da Natura. Eram comuns atrasos de até três semanas na entrega dos produtos, que não raro chegavam à casa das consultoras incompletos ou sem a nota fiscal.

O índice de não atendimento dos pedidos chegou a 20% no ano passado, dez vezes mais que a média histórica. A receita da operação brasileira recuou 6% no último trimestre, para cerca de 1,5 bilhão de reais. O mau desempenho no que é hoje o maior mercado da Avon provocou, em fevereiro, a demissão do presidente da subsidiária local, Luis Felipe Miranda, há sete anos no cargo.

Ao mesmo tempo que Natura e Avon enfrentam problemas, a disputa pelo mercado de higiene e beleza fica mais acirrada. Gigantes do setor, como L’Oréal, Procter&Gamble, Unilever e John­son­&­Johnson, lançaram mais de 4 000 produtos no Brasil e investiram quase 7,5 bilhões de reais em publicidade ao longo de 2011, um aumento de 27% em relação ao ano anterior.

Como resultado, o mercado deve encerrar 2011 com expansão de 7,5%. Boa parte desse crescimento deu-se no varejo, sobretudo de farmácias, e não no comércio porta a porta. Segundo dados da Abihpec, associação de empresas do setor, as importações de produtos de higiene e beleza, principais itens disponíveis nas drogarias, cresceram 26% no ano passado, pouco mais de 1,5 bilhão de reais.

“Para as multinacionais, somos o concorrente a ser batido”, diz Marino, da Natura. “Sabíamos que seríamos atacados por todos os lados. As farmácias, por exemplo, oferecem um nível de variedade e serviço em que é difícil competir.”

Para tornar as coisas um pouco mais complicadas, a disputa pelas revendedoras nunca foi tão grande. Em fevereiro do ano passado, o Boticário lançou-se no mercado de venda direta com a marca Eudora. Em pouco mais de seis meses, a empresa já tem cerca de 40 000 revendedoras.

A Jequiti, do empresário Silvio Santos, cresceu 20% e ampliou sua base de consultoras para quase 200 000. A americana Mary Kay praticamente dobrou de tamanho de dois anos para cá ao oferecer descontos de 40% às suas revendedoras — e já distribuiu seis de seus famosos carros cor-de-rosa àquelas com melhor desempenho. Finalmente, a peruana Belcorp, que começou a operar no Brasil em outubro, já tem mais de

70 000 candidatas cadastradas. Com a economia brasileira operando muito próxima do pleno emprego, o ritmo de crescimento na base de consultoras da Natura vem caindo trimestre a trimestre. Se há dois anos crescia cerca de 30% a cada três meses, hoje esse aumento não passa de 15%.

Diante de um mercado mais difícil, a Natura tem buscado algumas saídas para voltar às antigas taxas de crescimento. A expansão internacional tornou a fazer parte dos planos de seus principais executivos.

Paralelamente, a empresa inaugurou sua primeira loja em São Paulo para vender alguns de seus produtos diretamente aos consumidores — o espaço, aberto na badalada rua Oscar Freire, vai funcionar entre os meses de fevereiro e junho.

Outra frente de ataque é o desenvolvimento de produtos: a Natura tem buscado maneiras de acelerar seu ritmo de inovação, sobretudo em cosméticos e perfumes. Enquanto na Avon e no Boticário o prazo médio para que um novo produto chegue às revendedoras é seis meses, na Natura ele chega a dois anos.

Isso porque, além de criar o conceito do produto, a empresa precisa de aproximadamente um ano e meio para desenvolver as comunidades locais, os fornecedores e conseguir todas as licenças ambientais. A linha VôVó, lançada no ano passado, precisou de dois anos e meio para sair do papel.

Em 2009, a empresa lançou uma linha de sabonetes e hidratantes à base de pitanga. Foi um sucesso estrondoso: o lote foi vendido em duas semanas. Para dar conta da demanda, a Natura despachou um time de executivos para encontrar outros fornecedores de pitanga orgânica.

Eles só acharam fornecedores da fruta cultivada pelo método tradicional. Resultado: tiveram de esperar o ciclo da pitanga orgânica, de cerca de seis meses, para voltar a oferecer os produtos.

Com mais de 1 000 protótipos em diferentes estágios de desenvolvimento, a Natura busca formas de lançá-los mais rapidamente, sem que isso comprometa os valores caros a seus fundadores — a exigência de uso de pitangas 100% orgânicas não é um acaso. Como fazer as duas coisas ao mesmo tempo? Eis o dilema da nova fase da Natura.

Exame

Natura Higéia

HIGÉIA
Lenços Umedecidos Intimos, 16 unidades

Apresentação

Os lenços umedecidos Natura Higeia permitem que você se sinta mais segura a qualquer hora, em qualquer lugar. Com ingrediente hidratante e agradável fragrância que neutraliza maus odores, proporcionam frescor, conforto e bem estar.

De textura leve e tecido resistente, são umidificados na medida certa. Os lenços são embalados individualmente, por isso você só retira um de cada vez. Seu selo de segurança permite que se abra e feche a embalagem diversas vezes sem ressecar o produto. É dermato e ginecologicamente testado.

Mode de usar

Passe o lenço delicadamente na região intima externa, limpando- a com cuidado, sem esfregar. Podem ser utilizados uma ou mais vezes ao dia, substituindo o papel higiênico e no período menstrual.

Sabonete Liquido Intimo, 200 ml

Com ingrediente hidratante e fragrância suave que neutraliza maus odores, o sabonete líquido Íntimo Natura Higeia proporciona frescor, conforto e bem estar. Pode ser utilizado diariamente, inclusive no período menstrual.

Seu frasco possui textura suave e formato anatômico, facilitando o manuseio mesmo com as mãos molhadas. Possui válvula que regula a saída de produto na medida certa para a região e impedindo o desperdício. É dermato e ginecologicamente testado e possui refil.

Mode de usar

No primeiro uso, acione a válvula de 7 a 8 vezes para que o produto comece a sair. Aplique uma pequena quantidade (de 3 a 5 acionamentos da válvula) na palma da mão e espalhe na região intima externa. Em seguida, enxágüe bem.

Conheça a linha apaixonante de Natura – Amó

Pensando na importância das relações e na crença de que o amor a dois é feito de ciclos e precisa ser cuidado, a Natura lança Amó, uma linha de perfumaria e produtos complementares para homens e mulheres feita para usar com ou para o outro, para inspirar e incentivar o cuidado nas relações.Na contramão do mercado, Amó fala do amor de verdade, que não é ideal porque é possível – construído todos os dias, com nossos gestos. Do amor que cuida, seduz e surpreende; sem regras ou modelos, do jeito de cada um.Amor possível – “Estamos vivendo em uma época de ‘descartabilidade’, menos pacientes ou dispostos a acolher o outro, a cuidar das nossas relações e a entender que elas também são feitas de ciclos, altos e baixos”, explica Denise Lyra Figueiredo, diretora de unidade de negócios da Natura. “Com Amó, queremos provocar as pessoas a pensar em suas relações, a refletir sobre suas escolhas, a resgatar o amor de verdade, aquele que é construído todos os dias.”, finaliza.Tudo em Amó fala de amor, do nome às embalagens: Amó, em tupi, significa “os outros”, “a diversidade”, e sua sonoridade lembra a palavra amor, então vira uma síntese desse amor de que queremos falar: amor pelo outro. “Em nossa comunicação, falaremos do amor possível, trazendo momentos do amor em seus diferentes ciclos, buscando levar as pessoas a questionar e desmistificar a idealização desse sentimento”, conta Denise.As fragrâncias, cores e texturas dos produtos da linha estimulam o toque, a intimidade, o encontro. São convites para encantar, cuidar, temperar e celebrar as relações amorosas. “Os produtos da linha são veículos para os cuidados nas relações, verdadeiros convites para que as pessoas promovam mais e melhores encontros. São fragrâncias, perfumes, óleo de massagem e sabonete refrescante que nos inspiram a expressar de forma espontânea e verdadeira as relações amorosas”, revela a diretora.

Desejo do Consumidor – Foram dois anos para o desenvolvimento de Amó, que teve em sua essência a criação em rede – participaram do processo cerca de 100 pessoas, de 18 a 35 anos, entre consumidores e formadores de opinião, de diversas capitais do país, além de parceiros.

A cocriação envolveu oficinas, dinâmicas e vivências que estimularam as pessoas a trazerem à tona seus desejos de amor e a revelarem os segredos para sustentar seus relacionamentos a longo prazo, dando perenidade às relações. “Nesses encontros, ficou claro que, ao contrário do que se pensa, as pessoas têm uma visão mais real e verdadeira dos seus próprios relacionamentos. Elas enxergam e reconhecem que as relações também podem estar mornas ou estremecidas, mas que isso faz parte do processo de amadurecimento do relacionamento e, que, nesses momentos, gestos como cuidar, temperar e compreender se tornam ainda mais importantes”, explica Denise.

Estas interações também foram base para a coleta de histórias e experiências que trouxeram inspiração e referências para todo o desenvolvimento dos produtos, das embalagens até a campanha de comunicação da marca. Além dos consumidores, um artista plástico, um designer, uma chef de cozinha e um músico contribuíram com percepções sobre a temática de acordo com cada especialidade.

Inspiração brasileira – A nova marca também traz à tona o jeito brasileiro de se relacionar. Ele está traduzido na criação das fragrâncias, que trazem uma combinação de óleos essenciais da biodiversidade brasileira; nos nomes dos produtos, que são gestos de amor brasileiros, Chamego e Amasso; e até nas embalagens, que remetem às garrafas usadas em receitas, poções e simpatias amorosas.

Amó Chamego é um convite para temperar a relação com dois produtos: Amó Chamego Colônia Feminina e Amó Chamego Óleo de Massagem. A fragrância traz uma combinação de pimentas que aquecem, temperam e se misturam a outras especiarias para provocar, despertar o desejo. Essa fragrância foi cocriada pela perfumista exclusiva da Natura Verônica Kato, associada ao perfumista renomado internacionalmenteStephen Nielsen, da Givaudan.

Já Amó Amasso quer encantar a relação e traz Amó Amasso Colônia Masculina e Amó Amasso Sabonete em barra refrescante. Essa fragrância é inspirada na sedução das especiarias, com um toque do fruto proibido, a maçã, que se misturam às madeiras e toques cítricos, que conquistam e seduzem. Ela foi também cocriada pela Verônica e pelos perfumistas Pascal Gaurin, Pierre Wargnye e Marion Costero, da IFF.

Informações sobre esses e outros produtos Natura, além de contato com as Consultoras, podem ser obtidas com o Snac (Serviço Natura de Atendimento ao Consumidor), pelo telefone 0800-115566, pelo e-mail snac@natura.net ou visitando o site www.natura.net.


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